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1 Coríntios 11

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1 Sede meus imitadores, assim como eu também sou de Cristo.

Para melhor entendimento, este versículo deveria estar no final do capítulo anterior (1Co 10).

de Cristo – que “não agradou a si mesmo” (Rm 15:3); mas se entregou por nós, deixando de lado sua glória, e morrendo como homem (Ef 5:2; Fp 2: 4; Fp 2: 5). Devemos imitar primeiramente a Cristo, e os mestres terrenos, somente naquilo que imitam a Cristo. [JFU, 1871]

2 Eu vos louvo, irmãos, de que em tudo vos lembrais de mim, e retendes minhas ordens, assim como eu vos entreguei.

O capítulo deveria começar aqui.

minhas ordens. No original grego, “tradições”, isto é, instruções apostólicas dadas verbalmente ou por escrito (1Co 11:23; 1Co 15:3; 2Ts 2:15). A referência aqui é principalmente às cerimônias: pois em 1Co 11:23, quanto à Ceia do Senhor, que não é uma mera cerimônia, ele diz não apenas: “eu vos entreguei”, como neste caso, mas também: “eu recebi do Senhor”. Os romanistas argumentam a favor das tradições orais. Mas a dificuldade é saber o que é uma genuína tradição apostólica destinada a todos os tempos. Qualquer coisa que possa ser provada como tal deve ser observada; qualquer que não possa, deve ser rejeitada (Ap 22:18). Somente as tradições preservadas na palavra escrita podem ser provadas como tais. [JFU, 1871]

3 Mas quero que saibais, que a cabeça de todo homem é Cristo; e a cabeça da mulher é o homem; e a cabeça de Cristo é Deus.

As mulheres coríntias, em virtude do fim da distinção entre os sexos em Cristo, reivindicaram a igualdade com os homens e, ultrapassando os limites da decência, se apresentaram para orar e profetizar sem cobrir a cabeça, como habitualmente. O Evangelho, sem dúvida, elevou as mulheres da degradação em que estavam submetidas, especialmente no Oriente. No entanto, apesar de estarem na mesma posição dos homens quanto à oferta e permanência na graça (Gl 3:28), sua sujeição no que diz respeito à ordem, modéstia e decoro, deve ser mantida. Nesse texto, Paulo reprova a forma inadequada que essas mulheres estavam se vestindo: em 1Co 14:34, sua reprovação é quanto ao falar em público. Ele baseia sua repreensão sobre a sujeição da mulher na ordem da criação.

a cabeça de todo homem é Cristo (Ef 5:23; Cl 1:18).

a cabeça da mulher é o homem (1Co 11:8; Gn 3:16; 1Tm 2:11, 1Tm 2:12; 1Pe 3:1,5-6).

cabeça de Cristo é Deus. Pela subordinação voluntária de Cristo ao Pai Ele foi exaltado; assim a mulher encontra na submissão voluntária ao homem sua verdadeira liberdade (Jo 14:28; 1Co 3:23; Fp 2:8) . “Visto que a cabeça é da mesma essência do corpo, e Deus é a cabeça do Filho, o Filho deve ser da mesma essência do Pai” (Crisóstomo). “A mulher é da essência do homem, não feita por ele; assim o Filho não é feito pelo Pai, mas da essência do Pai” (Teodoreto). [JFU, 1871]

4 Todo homem que ora ou profetiza, tendo alguma coisa sobre a cabeça, desonra sua própria cabeça.

Todo homem que ora ou profetiza, tendo alguma coisa sobre a cabeça. Temos duas proposições neste e no versículo seguinte: a primeira referente ao homem, a segunda referente à mulher. “Era costume dos judeus somente orarem com a cabeça coberta, para que, através deste rito se mostrassem reverentes e envergonhados diante de Deus, e indignos de terem o rosto descoberto para O contemplarem” (Lightfoot). Lightfoot cita muitos rabinos, dos quais uma fala de Maimônides pode ser suficiente. “Que nem os sábios, nem os estudiosos dos sábios orem, a menos que estejam cobertos”. Este véu é chamado de Tallit. Grócio dá muitos detalhes sobre o costume das nações pagãs. Parece que os romanos e os germânicos costumavam orar encobertos, pelo mesmo motivo que os judeus, enquanto os gregos estavam acostumados a realizar seus rituais sagrados descobertos (embora Crisóstomo afirme o contrário). Mas o costume cristão não era, como Meyer parece pensar, devido ao costume helênico sendo seguido nas igrejas helênicas, mas deve ser explicado por esta passagem, e por 1Co 3:14,18. O cristão não se aproxima mais de Deus oprimido pela vergonha e pelo pecado. É seu privilégio contemplar a glória de Deus com o rosto descoberto, já que ele não é mais um servo, mas um filho (Gl 4:7).

desonra sua própria cabeça. Ou (1) a Cristo, “a cabeça de todo homem”, pelo não reconhecimento da redenção por meio Dele. Ou (2) a sua própria cabeça, por desconsiderar que seu corpo e espírito foram comprados por Cristo, e assim têm valor para Deus. [Cambridge, 1881]

5 Mas toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta, desonra sua própria cabeça; porque é o mesmo que se a tivesse raspada.

Mas toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta (naquela cultura, o véu era um símbolo de sujeição), desonra sua própria cabeça (seu marido); porque é o mesmo que se a tivesse raspada (ou seja, com o cabelo igual ao de homem, o que era totalmente desonroso).

6 Porque se a mulher não se cobre, raspe-se também; mas se para a mulher é vergonhoso se cortar ou se raspar, que se cubra.

Porque se a mulher não se cobre, raspe-se também (“deve também cortar todo o cabelo!”, NVI). Uma mulher ter a cabeça descoberta era considerado pelos outros como sendo tão vergonhoso quanto seu cabelo ser curto, ou então completamente raspado. É como se o apóstolo dissesse: “Se uma mulher insiste em seu direito de orar e profetizar em uma reunião com a cabeça descoberta, que ela cumpra esse propósito até o seu fim lógico; que insista no seu direito de ter o cabelo cortado, de modo a mostrar a sua igualdade com o homem — e o que se pensaria dela então! Nenhuma mulher com um pouco de vergonha pensaria em fazer isso. Assim, vocês admitem que esse princípio da igualdade sexual não se aplica a todas essas questões; e é ilógico argumentar a favor de qualquer princípio geral como se fosse de obrigação universal, quando vocês mesmos admitem que ele não é aplicável em alguns casos”. [Ellicott, 1905]

7 Porque o homem não deve cobrir a cabeça, pois é a imagem e a glória de Deus; mas a mulher é a glória do homem.

o homemé a imagem e a glória de Deus. O homem é a imagem de Deus (Gn 1:26-27; 5:1; 9:2,6), na medida em que ele é o mais elevado de todos os seres vivos no mundo visível. “A glória de Deus”, ou seja, a manifestação ou representação de Sua glória, por causa do domínio sobre todas as coisas do mundo a ele confiadas (Gn 1:16,28; 3:16). Visto ele é, portanto, uma representação visível de Deus, ele não deve cobrir a cabeça, a parte mais nobre do corpo, na adoração pública da Igreja. [Cambridge, 1881]

a mulher é a glória do homem. O significado é que, enquanto a autoridade do homem é derivada diretamente de Deus, a autoridade da mulher é derivada do homem. Assim, ela não recebe luz direta, mas refletida, por assim dizer. [Dummelow, 1909]

8 Porque o homem não provem da mulher, mas sim a mulher do homem.

a mulher (da costela) do homem (Gn 2:21-22).

9 Porque também o homem não foi criado por causa da mulher, mas a mulher foi criada por causa do homem.

mas a mulher foi criada por causa do homem. Como é claramente declarado em Gn 2:18.

10 Portanto a mulher deve ter sobre a cabeça sinal de autoridade, por causa dos anjos.

por causa dos anjos. Esta passagem tem sido explicada de várias maneiras. É melhor, no geral, considerá-la uma sugestão de que os anjos, embora invisíveis, fossem companheiros de adoração dos homens nas reuniões cristãs e, portanto, eram “espectadores da indecência”, e poderiam ser ofendidos por ela. “Quando, portanto, as mulheres usurpam o símbolo do domínio, contra o que é certo e lícito, tornam visível sua conduta vergonhosa” aos olhos dos mensageiros de Deus (Calvino). Erasmo parafraseia bem: “Se uma mulher perdeu a vergonha ao nível de temer os olhos dos homens, que pelo menos cubra sua cabeça por causa dos anjos, que estão presentes em suas reuniões”. [Cambridge, 1881]

11 Porém, nem o homem é sem a mulher, nem a mulher sem o homem, no Senhor.

Ou seja, Cada um é indispensável para o outro. Nenhum dos dois pode existir sem o outro. Cada um possui o que falta ao outro. [Whedon, 1874]

12 Porque assim como a mulher vem do homem, assim também é o homem pela mulher; porém tudo vem de Deus.

Como a mulher foi formada a partir do homem, assim também o homem nasce por meio da mulher; mas todas as coisas (incluindo homem e mulher) têm Deus como sua fonte (Rm 11:36; 2Co 5:18). Eles dependem um do outro, e ambos dependem dEle. [JFU, 1871]

13 Julgai-vos entre vós mesmos: é decente que a mulher ore a Deus descoberta?

é decente (“correto”, NVT; “apropriado”, NVI) que a mulher ore a Deus descoberta (ou seja, como se não houvesse autoridade alguma sobre ela)?

14 Ou não vos ensina a mesma natureza, que ter cabelo longo é desonra para o homem?

a mesma natureza. Isso pode significar, “o sentido inato do que é aparentemente” em contraste com a revelação; ou pode significar o arranjo comum e evidente das coisas na criação. Provavelmente, o primeiro é o verdadeiro significado da passagem que se refere ao fato de que os pagãos que não tiveram revelação direta fizeram (considerando cabelos longos como a glória de uma mulher) “por natureza” as coisas contidas na Lei (Rm 11:14). [Ellicott, 1905]

15 Mas a mulher ter cabelo longo, lhe é honra, porque os cabelos lhe são dados por cobertura?

O argumento de Paulo é que Deus, ao dar à mulher um véu natural, ensinou que ela deveria cobrir sua cabeça diante Dele. [Dummelow, 1909]

16 Porém se alguém parece ser inclinado a disputas, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.

se alguém parece ser inclinado a disputas (querendo questionar tal posicionamento) nós não temos tal costume (ou seja, que as mulheres orem ou profetizem nas reuniões da igreja com a cabeça descoberta), nem as igrejas de Deus.

17 Mas isto eu vos declaro, que não vos louvo, porque vós vos ajuntais, não para melhor, mas para pior.

Em outras palavras, Eu escrevi à vocês louvando-os por guardarem as minhas ordenanças (1Co 11:2), mas não posso elogia-los em relação às suas reuniões da Igreja, que, como agora são conduzidas, fazem mais mal do que bem. [Dummelow, 1909]

18 Porque, em primeiro lugar, eu ouço que, quando vos ajuntais como igreja, há dissensão entre vós; e em parte eu acredito.

Porque, em primeiro lugar. Ou (1) a primeira razão para que Paulo não os louve esteja neste e no próximo versículo, e a segunda razão começa a partir de 1Co 11:20, ou então (2) a primeira razão se aplica a todo este capítulo, e a próxima é relacionada ao abuso dos dons espirituais, que é tratado nos capítulos 12-14. A última interpretação é a mais provável, pois muitos dos comentaristas parecem ter sido enganados pelo sentido teológico técnico que foi atribuído às palavras cisma e heresia em épocas posteriores, um sentido que parece ter sido desconhecido pelo Apóstolo. As divisões de que o apóstolo fala parecem ter sido sociais e pessoais, e não teológicas ou eclesiásticas. Veja o comentário de 1Co 11:21. [Cambridge, 1881]

19 Porque é necessário que haja diferenças de opinião entre vós, para que os que são aprovados sejam evidenciados entre vós.

Em outras palavras: A existência de tais diferenças de opinião serve, de qualquer forma, para tornar conhecidos os verdadeiros cristãos.

é necessário que haja diferenças de opinião (“heresias”, ARC; “divisões”, NVT). Compare com Mt 18:7, “é necessário que as tentações venham”, ou seja, como resultado da fraqueza e pecaminosidade humana.[Dummelow, 1909]

20 Quando, pois, vós vos reunis, não é para comer da ceia do Senhor;

não é para comer. O egoísmo deles era fatal para o próprio espírito de devoção e amor fraternal da ceia; ela passara a ser apenas uma refeição comum.

da ceia do Senhor. Este nome só ocorre aqui no Novo Testamento; é incerto se aqui se refere apenas à Eucaristia, ou a toda a ceia, ou à Festa do Amor. [Dummelow, 1909]

21 Porque cada um, comendo antes, toma sua própria ceia; e um fica com fome, e outro fica bêbado.

Aqui temos a descrição do comportamento que havia na festa, o que tornava impossível, como declarado em 1Co 11:20, que ela fosse uma Ceia do Senhor. Cada um pegava o que trouxera à reunião (antes da distribuição ser feita) e consumia sozinho, ao invés de contribuir para o suprimento geral e comum. E o resultado era que enquanto alguns pobres, que não puderam trazer o suficiente para si, permaneciam sem comida, alguns ricos, bebendo o vinho que trouxeram, e que não repartiram com outros, estavam bêbados. Veja o comentário de 1Co 11:34. [Ellicott, 1905]

22 Por acaso não tendes casas para comer e para beber? Ou desprezais a Igreja de Deus, e envergonhais os que não têm? Que vos direi? Eu vos elogiarei? Nisto eu não vos elogio.

Por acaso não tendes casas (compare com 1Co 11:34) para comer e para beber? Ou desprezais a Igreja de Deus – pensando somente e vocês mesmos, e no bem de toda a família de Deus.

e envergonhais os que não têm? Os pobres, que não comida para trazer.

Nisto eu não vos elogio. Compare com 1Co 11:2. [Dummelow, 1909]

23 Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei; que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;

eu recebi do Senhor. O momento em que Paulo recebeu essa revelação direta de Cristo sobre a ceia é desconhecido.

Os termos com os quais ele descreve a instituição da ceia são muito parecidos com os de Lucas, que provavelmente obteve suas informações de Paulo. Esta passagem deve ser comparada com Mt 26:26-29; 14:22-25; Lc 22:19-20. [Pulpit, 1895]

24 E tendo dado graças, o partiu, e disse: Este é o meu corpo, que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.

Algumas versões acrescentam “tomai, comei”, porém os melhores manuscritos omitem essas palavras. Uma possível explicação para esse acréscimo é que os copistas tomaram essas palavras do Evangelho de Mateus a fim de uniformizar os relatos da instituição da ceia.

fazei isto (tomar, abençoar, partir, distribuir, comer) em memória de mim. [Dummelow, 1909]

25 Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento em meu sangue. Fazei isto todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.

depois de cear. O pão foi dado aos discípulos durante a festa (compare com Mt 26:26), já o cálice, somente no final.

Este cálice é o novo testamento em meu sangue. O Sangue de Cristo estabelece uma nova aliança entre Deus e o homem, uma aliança de perdão e graça: compare com Hb 8:6-13; 9:15. O cálice é um selo ou garantia de estarmos inclusos nesta aliança. [Dummelow, 1909]

26 Porque todas as vezes que comerdes deste pão, e beberdes deste cálice, anunciai a morte do Senhor, até que ele venha.

anunciai. Se Meyer está certo ao supor que a palavra aqui usada nunca é empregada, exceto no sentido de proclamação oral (veja 1Co 2:1; 9:14; Fp 1:16,18; Cl 1:28, como exemplos de seu uso São Paulo), temos aqui fortes motivos para afirmar que as palavras de instituição da Ceia faziam parte da forma em que era celebrada, mesmo nos tempos apostólicos. Esta palavra ocorre dez vezes em Atos dos Apóstolos, sempre no sentido de proclamar. [Cambridge, 1881]

27 Portanto quem comer deste pão, ou beber deste copo do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor.

indignamente – isto é, descuidadamente, irreverentemente, como se fosse uma refeição comum, independentemente do seu significado sagrado.

culpado do corpo e do sangue – isto é, ele peca contra eles; ao insultar o simbolo, ele insulta a coisa significada. [Dummelow, 1909]

28 Portanto examine-se cada um a si mesmo, e assim coma deste pão, e beba deste cálice.

examine-se cada um a si mesmo – ou seja, se certifique “que não está pecando contra seus irmãos na fé” (Genebra), e só então coma deste pão, e beba deste cálice.

29 Porque quem come e bebe indignamente, para si mesmo come e bebe condenação, não discernindo o corpo do Senhor.

condenação – não a condenação final, mas o castigo de Deus a fim de levar o crente ao arrependimento, e assim salvar da condenação final do mundo ímpio (1Co 11:32). [Dummelow, 1909]

30 Por esta causa há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem.

Por esta causa. A sua irreverência levou Deus a puni-los com doenças e morte (dormem, ou seja, “morreram”). Os coríntios estavam doentes, e Paulo foi iluminado por Deus para ver nisso o castigo da irreverência deles. É possível, no entanto, que as palavras possam ser usadas no sentido espiritual e se referir à condição moral deles. [Dummelow, 1909]

31 Porque se nós julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.

Segundo a versão NVT, “Se examinássemos a nós mesmos, não seríamos julgados dessa maneira” — citada no versículo anterior.

32 Mas quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor; para que não sejamos condenados com o mundo.

somos repreendidos pelo Senhor (“Eu repreendo e castigo a todos quantos eu amo; portanto sê zeloso, e te arrepende”, Ap 3:19).

33 Portanto, meus irmãos, quando vos ajuntardes para comer, esperai uns aos outros.

A conclusão de todo o assunto é ESPEREM até que a comida seja distribuída de maneira justa entre todos; cada um deve lembrar que essa não é uma refeição comum com o objetivo de satisfazer a fome, mas a solene comemoração da morte do Senhor. [Cambridge, 1881]

34 Porém se alguém tiver fome, coma em casa; para que não vos ajunteis para sofrerdes julgamento. Quanto às demais coisas, as ordenarei quando vier.

Ou seja: satisfazer a fome é algo que deve ser feito em casa. As ágapes (assim eram chamadas essas reuniões onde acontecia a ceia) não devem ser usadas para satisfazer o ventre; elas têm um propósito maior. Veja também 1Co 11:22. [Meyer, 1873]

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Visão geral de 1 Coríntios

Na sua Primeira Epístola aos Coríntios, “Paulo mostra aos novos cristãos de Corinto que até os problemas mais complexos da nossa vida podem ser abordados através da lente do evangelho”. Tenha uma visão geral da carta através deste breve vídeo (8 minutos) produzido pelo BibleProject.

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Leia também uma introdução à Primeira Epístola aos Coríntios.

Todas as Escrituras em português citadas são da Bíblia Livre (BLIVRE), Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio, e Marco Teles – fevereiro de 2018.