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Romanos 6

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1 Que diremos então? Continuaremos no pecado, para que a graça aumente?

Que diremos então? (compare com Rm 3:5).

Continuaremos no pecado, para que a graça aumente? (compare com Rm 6:15Rm 2:4Rm 3:5-8,31Rm 5:20,21Gl 5:131Pe 2:162Pe 2:18,19Jd 1:4).

2 De maneira nenhuma! Nós, que morremos para o pecado, como ainda viveremos nele?

morremos para o pecado (compare com Rm 6:5-11; Rm 7:4Gl 2:19Gl 6:14Cl 3:31Pe 2:24).

como ainda viveremos nele? (compare com 2Co 5:14-171Pe 1:141Pe 4:1-3).

3 Ou não sabeis que todos os que somos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em sua morte?

não sabeis (compare com Rm 6:16Rm 7:11Co 3:161Co 5:61Co 6:2,3,9,15,16,191Co 9:13,242Co 13:5).

batizados em Cristo Jesus (compare com Mt 28:191Co 12:13Gl 3:271Pe 3:21). O ato do batismo significa dedicação ao serviço daquele em cujo nome somos batizados. Um de seus propósitos é nos dedicar ou consagrar ao serviço de Cristo. Em 1Co 10:2 é dito que os israelitas foram “batizados em Moisés na nuvem e no mar” ; isto é, eles se tornaram consagrados, ou dedicados, ou ligados a ele como seu líder e legislador. No texto em que estamos, o argumento do apóstolo é evidentemente extraído da suposição de que fomos solenemente consagrados pelo batismo ao serviço de Cristo; e que pecar é, portanto, uma violação da própria natureza de nossa confissão cristã. [Barnes, 1870]

fomos batizados em sua morte (compare com Rm 6:4,5,81Co 15:29Gl 2:20,21).

4 Fomos, portanto, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, assim como Cristo ressuscitou dos mortos pela a glória do Pai, assim também nós andemos em novidade de vida.

Fomos, portanto, sepultados com ele na morte pelo batismo (compare com Rm 6:3Cl 2:12,13Cl 3:1-31Pe 3:21).

assim como Cristo ressuscitou dos mortos (compare com Rm 6:9Rm 8:111Co 6:142Co 13:4Ef 1:19,20Ef 2:5,6).

pela a glória do Pai (compare com Mt 28:2,3Jo 2:11,19,20Jo 11:40Cl 1:11) – ou seja, “pelo poder glorioso do Pai” (NVT).

assim também nós andemos em novidade de vida (compare com Rm 6:19Rm 7:6Rm 12:1,2Rm 13:13,142Co 5:17Gl 6:15,16Ef 4:17,22-24Ef 5:8Fp 3:17,18Cl 1:9-12; Cl 3:10Cl 4:11Pe 4:1,22Pe 1:4-91Jo 2:6).

5 Pois, se fomos unidos a ele na semelhança de sua morte, também o seremos na da sua ressurreição.

Compare com Rm 6:8-12Ef 2:5,6Fp 3:10,11.

unidos a ele“plantados a ele” no original grego. Compare com Sl 92:13Is 5:2Jr 2:21Mt 15:13Jo 12:24Jo 15:1-8.

6 Sabemos isto: que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sejamos mais escravos do pecado;

nosso velho homem foi crucificado com ele (compare com Gl 2:20Gl 5:24Gl 6:14Ef 4:22Cl 3:5,9,10).

para que o corpo do pecado seja destruído (compare com Rm 7:24Rm 8:3,13Cl 2:11,12) – em outras palavras, “para que o pecado não tivesse mais poder sobre nossa vida” (NVT).

e não sejamos mais escravos do pecado (compare com Rm 6:12,22Rm 7:25Rm 8:42Rs 5:17Is 26:13Jo 8:34-36).

7 pois quem está morto está liberto do poder do pecado.

Compare com Rm 6:2,8Rm 7:2,4Cl 3:1-31Pe 4:1.

quem está morto [com Cristo] está liberto do poder do pecado (compare com Rm 8:1) – ou então, “justificado do pecado” (NAA, BKJ, NVI).

8 Ora, se morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos.

morremos com Cristo. Mortos para um mundo de pecado, como Cristo estava morto para o mundo das coisas exteriores.

também com ele viveremos. Viveremos em conformidade com seu caráter. [Whedon]

9 Pois sabemos que, tendo sido ressuscitado dos mortos, Cristo já não morre mais; a morte não mais tem domínio sobre ele.

tendo sido ressuscitado dos mortos, Cristo já não morre mais (compare com Sl 16:9-11Atos 2:24-28Hb 7:16,25Hb 10:12,13Ap 1:18).

a morte não mais tem domínio sobre ele (compare com Rm 6:14Rm 5:14Hb 2:14,15).  O Segundo Adão, como Representante e Substituto, submeteu-se ao “domínio” ou poder da morte enquanto penalidade designada para o pecado. Mas por esse mesmo ato Ele esvaziou a reivindicação da morte sobre Si mesmo e sobre Seus irmãos; Ele “anulou a morte” (2Tm 1:10). [Moule, 1891]

10 Pois, quanto a ter morrido, ele morreu para o pecado de uma vez por todas; mas, quanto a viver, vive para Deus.

ele morreu para o pecado de uma vez por todas (compare com Rm 8:32Co 5:21Hb 9:26-281Pe 3:18).

vive para Deus (compare com Rm 6:11Rm 14:7-9Lc 20:382Co 5:151Pe 4:6).

11 Assim também vós, considerai-vos mortos para o pecado, mas vivendo para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor.

considerai-vos mortos para o pecado (compare com Rm 6:2) – ou seja, considerem-se  insensíveis e inacessíveis ao pecado, mas vivendo em estreita fidelidade e devoção a Deus por meio da união com Cristo. [Ellicott, 1905]

mas vivendo para Deus (compare com Rm 6:13; 1Co 6:20Gl 2:19,20Cl 3:3-5).

em Cristo Jesus, nosso Senhor (compare com Rm 6:23Rm 5:1Rm 16:27Jo 20:31Ef 2:7Fp 1:11Fp 4:7Cl 3:171Pe 2:51Pe 4:11).

12 Portanto, não reine o pecado em vosso corpo mortal, para obedecer a ele em seus desejos.

Compare com Rm 6:16Rm 2:8Rm 8:13Rm 13:14Gl 5:16,24Ef 2:3Ef 4:221Ts 4:52Tm 2:22Tt 2:12Tt 3:3Tg 1:14,15Tg 4:1-31Pe 1:141Pe 2:111Pe 4:2,31Jo 2:15-17Jd 1:16,18.

não reine o pecado (compare com Rm 6:16Rm 5:21Rm 7:23,24Nm 33:55Dt 7:2Js 23:12,13Jz 2:3Sl 19:13Sl 119:133).

corpo mortal (compare com Rm 8:111Co 15:53,542Co 4:112Co 5:4).

13 Nem ofereçam os membros do vosso corpo ao pecado como instrumentos de injustiça; em vez disso, apresentai-vos a Deus, como vivos dentre os mortos, e vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.

Compare com Rm 6:16,19Rm 7:5,231Co 6:15Cl 3:5Tg 3:5,6Tg 4:1.

[não] ofereçam os membros do vosso corpo ao pecado como instrumentos de injustiça (compare com Rm 1:29Rm 2:8,9Dt 25:16Is 3:10,11Is 55:7Ez 18:41Co 6:92Ts 2:122Pe 2:13-151Jo 1:9).

como vivos dentre os mortos (compare com Rm 6:11Lc 15:24,32Jo 5:242Co 5:15Ef 2:5Ef 5:14Cl 2:131Pe 2:241Pe 4:2) – ou seja, “como pessoas que passaram da morte para a vida” (NAA).

[apresentem] vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça (compare com Sl 37:30Pv 12:18Tg 3:5,6).

14 Pois o pecado não vos dominará, porque não estais debaixo da Lei, mas debaixo graça.

o pecado não vos dominará (compare com Rm 6:12Rm 5:20,21Rm 8:2Sl 130:7,8Mq 7:19Mt 1:21Jo 8:36Tt 2:14Hb 8:10) – como escravos de um senhor tirano.

porque não estais debaixo da Lei (compare com Rm 3:19,20Rm 7:4-11Gl 3:23Gl 4:4,5,21Gl 5:18)

mas debaixo graça (compare com Rm 6:15Rm 4:16Rm 5:21Rm 11:6Jo 1:172Co 3:6-9). O sentido e a força desta profunda e preciosa garantia dependem totalmente do que se entende por estar “debaixo da Lei” e por estar “debaixo da graça”. A mera análise filológica nada fará para nos ajudar aqui. Temos de ir ao coração de todo o ensino paulino para descobrir isto. Estar “debaixo da lei” é, em primeiro lugar, estar “sob sua reivindicação de obediência total sob pena de morte”; e assim, em segundo lugar, estar debaixo da sua maldição como tendo violado suas justas exigências (Gl 3:10). E como qualquer capacidade para obedecer a lei só pode alcançar o pecador através da Graça — da qual a lei nada sabe — segue-se que estar “debaixo da lei” é, finalmente, estar preso sob a incapacidade de a cumprir, e consequentemente ser o escravo indefeso do pecado. Por outro lado, estar “debaixo da graça” é estar sob o glorioso e salvador dossel daquela “graça salvador” e“que reina pela justiça para a vida eterna, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm 5:20-21). A maldição da lei foi completamente retirada deles; são nele“feitos justiça de Deus”; e “vivos para Deus, em Cristo Jesus”. De modo que, como quando eles estavam “debaixo da lei”, o pecado não podia deixar de ter domínio sobre eles, pelo que agora que estão “debaixo da graça”, o pecado não pode deixar de ser subjugado por eles. Se antes o Pecado triunfou esmagadoramente, a Graça agora será mais do que conquistadora. [JFU, 1871]

15 Então, quê? Pecaremos, já que não estamos sob a Lei, mas sob a graça? De maneira nenhuma!

Então, quê? Pecaremos…O apóstolo passa a distinguir uma objeção que poderia ser sugerida. “Se os cristãos não estão sob a lei, que proíbe todos os pecados, mas estão sob a graça, que perdoa o pecado, não se seguirá que eles se sentirão livres da obrigação de serem santos? Não cometerão eles pecado livremente, uma vez que o sistema da graça é aquele que contempla o perdão, e que os levará a crer que podem ser perdoados em qualquer medida?”. Esta consequência foi trazida por muitos cristãos professos; e era bom, portanto, que o apóstolo se precavesse contra ela. [Barnes]

16 Não sabeis vós que, a quem vos ofereceis por servos para obedecer, servos sois daquele a quem obedeceis: ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?

a quem vos ofereceis por servos para obedecer (compare com Rm 6:13Js 24:15Mt 6:24Jo 8:342Pe 2:19).

ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça (compare com Rm 6:12,17,19-23).

17 Porém graças a Deus que, embora tenham sido servos do pecado, vocês obedeceram de coração a forma de doutrina, a que foram entregues;

Porém graças a Deus (compare com Rm 1:81Cr 29:12-16Ed 7:27Mt 11:25,26At 11:18At 28:151Co 1:4Ef 1:16Fp 1:3-5Cl 1:3,41Ts 1:2,31Ts 3:92Ts 1:32Tm 1:3-5Fm 1:4).

embora tenham sido servos do pecado (compare com 1Co 6:9-11; 1Tm 1:13-16Tt 3:3-7; 1Pe 4:2-5).

vocês obedeceram de coração (compare com Rm 1:5; Rm 15:18Rm 16:26Sl 18:442Co 10:5,6Hb 5:9Hb 11:81Pe 1:221Pe 3:11Pe 4:17).

a forma de doutrina (compare com 2Tm 1:13).

a que foram entregues – ou então, que lhes foram entregues.

18 e, libertos do pecado, foram feitos servos da justiça.

libertos do pecado (compare com Rm 6:14Sl 116:16Sl 119:32,45Lc 1:74,75Jo 8:32,361Co 7:21,22Gl 5:11Pe 2:16) – ou seja, vocês não estão mais sob o domínio do pecado; não são mais seus escravos. Foram libertados, como o escravo que é posto em liberdade e que, portanto, não tem mais a obrigação de obedecer. [Barnes, 1870]

foram feitos servos da justiça (compare com Rm 6:19-20,22Is 26:13Is 54:17) – ou então, se tornaram servos da justiça.

19 Estou falando em termos humanos, por causa da fraqueza de vossa carne. Pois, assim como apresentastes os membros do vosso corpo como servos da impureza e da maldade para a maldade, assim apresentai agora os vossos membros como servos da justiça para a santificação.

Estou falando em termos humanos (compare com Rm 3:51Co 9:81Co 15:32Gl 3:15).

por causa da fraqueza de vossa carne (compare com Rm 8:26; 15:1Hb 4:15) – “por causa das limitações de vocês” (NAA), ou então, “porque vocês ainda são fracos” (NTLH).

assim como apresentastes os membros do vosso corpo como servos da impureza e da maldade (compare com Rm 6:13,171Co 6:11Ef 2:2,3Cl 3:5-71Pe 4:2-4).

apresentai agora os vossos membros como servos da justiça (compare com Rm 6:13).

para a santificação (compare com Rm 6:22).

20 Porque quando vocês eram servos do pecado, estavam livres da justiça.

servos do pecado (compare com Rm 6:16-17Jo 8:34).

estavam livres da justiça – em outras palavras, a justiça não tinha domínio sobre vocês.

21 Que fruto obtiveram, então? Coisas de que agora vocês se envergonham; pois o fim delas é a morte.

Ou então, “Que fruto colheram então das coisas das quais agora vocês se envergonham? O fim delas é a morte!” (NVI).

Que fruto obtiveram, então (compare com Rm 7:5Pv 1:31Pv 5:10-13Pv 9:17,18Is 3:10Jr 17:10Jr 44:20-24Gl 6:7,8).

Coisas de que agora se vocês envergonham (compare com Ed 9:6Jó 40:4Jó 42:6Jr 3:3Jr 8:12Jr 31:19Ez 16:61-63Ez 36:31,32Ez 43:11Dn 9:7,8Dn 12:2Lc 15:17-212Co 7:111Jo 2:28).

pois o fim delas é a morte (compare com Rm 6:23Rm 1:32Dt 17:6Dt 21:222Sm 12:5-71Rs 2:26Sl 73:17Pv 14:12Pv 16:25Fp 3:19Hb 6:8Hb 10:29Tg 1:15Tg 5:201Pe 4:17Ap 16:6Ap 20:14).

22 Mas agora, libertos do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação, e por fim a vida eterna;

Mas agora. Como se fugir de tal assunto fosse um alívio indescritível.

libertos do pecado, e feitos servos de Deus. No sentido absoluto pretendido ao longo de toda esta passagem.

tendes. Não “deveis ter”, mas “tendes”, de fato.

vosso fruto para a santificação. Significando o estado e caráter permanentemente santo que é edificado a partir de todos os “frutos de justiça” que os crentes sucessivamente produzem. Eles “têm seus frutos” para isso, isto é, todos indo em direção a este resultado abençoado.

e por fim a vida eterna. Como o estado final do crente justificado; a experiência beatífica não só da completa isenção da queda com todos os seus efeitos, mas da vida perfeita de aceitação com Deus, e conformidade à Sua semelhança, do acesso revelado a Ele, e da comunhão inefável com Ele durante toda a eternidade. [JFU]

23 porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.

Este versículo conclusivo – conforme apontado como breve – contém a medula, o ouro mais fino, do Evangelho. Como o trabalhador é digno de seu salário, e sente que é seu direito, assim é a morte por causa do pecado, o salário para o qual o pecador trabalhou, o seu próprio salário. Mas “vida eterna” não é em nenhum sentido ou grau o salário de nossa justiça; nós não fazemos nada para ganhar ou ter direito a ela, e nunca poderemos: é, portanto, no sentido mais absoluto, “O DOM DE DEUS”. A graça reina na sua dádiva em todos os casos, e isso “em Jesus Cristo nosso Senhor”, como o justo Canal da mesma. Em vista disto, quem provou que o Senhor é gracioso pode abster-se de dizer: “Àquele que nos amou, e nos lavou dos nossos pecados no seu próprio sangue, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e Seu Pai; a Ele seja glória e domínio para todo o sempre” (Ap 1:5-6). [JFU]

<Romanos 5 Romanos 7>

Introdução à Romanos 6

Paulo começa o capítulo repetindo uma objeção que deve ter ouvido frequentemente de seus oponentes judeus (compare com Rm 3:8), e sugerida nesta carta em Rm 5:20: “Será que este ensino de perdão pela graça de Deus não encoraja o pecado?” A objeção é apresentado em duas formas (Rm 6:1,15). O Apóstolo não responde apenas aos seus oponentes: ele está ainda mais preocupado em edificar os seus leitores numa vida santa. Ele se opõe à objeção do fato da união do crente com Cristo. Fé em Cristo significa devoção à pessoa de Cristo. O cristão está tão vitalmente unido a Cristo que está morto com Ele para o pecado, e ressuscitou com Ele para um novo estado no qual o pecado não tem lugar (Rm 6:1-14). O apóstolo então apresenta a mesma verdade de uma forma mais facilmente compreensível. Ao vir a Cristo, o cristão experimentou uma mudança no ato de servir; ele é liberto do pecado e compelido a servir à Justiça (Rm 6:15-23). [Dummelow, 1909]

Visão geral de Romanos

Na carta aos Romanos, “Paulo mostra como Jesus criou a nova família da aliança com Abraão através da sua morte e ressurreição, e através do envio do Espírito Santo”. Para uma visão geral desta carta, assista ao breve vídeo abaixo produzido (em duas partes) pelo BibleProject.

Parte 1 (8 minutos).

🔗 Abrir vídeo no Youtube.

Parte 2 (10 minutos).

🔗 Abrir vídeo no Youtube.

Leia também uma introdução à Epístola aos Romanos.

Todas as Escrituras em português citadas são da Bíblia Livre (BLIVRE), Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio, e Marco Teles – setembro de 2020.